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O que acontece quando os níveis de estrogênio da mulher diminuem?

O estrogênio é um dos hormônios mais importantes no organismo feminino. Produzido pelos ovários e liberado na primeira fase do ciclo menstrual, ele confere todas as características femininas da mulher, como tamanho dos seios, textura e brilho da pele, além de ser responsável pelo controle da ovulação e pelo preparo do útero para a reprodução. Sua queda pode provocar efeitos consideráveis na mulher.

Durante um período de baixa, muitos sintomas indesejáveis podem aparecer, como os seguintes:

  • Aumento do peso: com a diminuição da produção do estrogênio pelo ovário, essa tarefa acaba sendo feita pelas células de gordura. O corpo, então, passa a entender que é preciso fabricar mais células de gordura para manter os níveis hormonais em equilíbrio. Isso acaba refletindo nos números apontados na balança. 
  • Alterações no humor: esse é talvez um dos sintomas mais percebidos durante a queda do estrogênio. É o mesmo processo que ocorre na TPM. Isso porque uma queda na produção do hormônio altera também os níveis de neurotransmissores importantes, como a dopamina, a serotonina e a noradrenalina.
  • Dor e secura vaginal: com a queda do hormônio, a mucosa que reveste a vagina fica mais fina, menos elástica e mais ressacada. Consequentemente, a lubrificação típica da região vaginal também acaba diminuindo. Esse é um dos fatores pela perda da libido da mulher.
  • Infecções no sistema urinário: a baixa no estrogênio pode favorecer o aparecimento de problemas típicos do trato urinário, como cistites, urgência urinária e incontinência urinária.
  • Queda e ressecamento dos fios: o estrogênio é um importante hormônio na saúde dos cabelos. A falta dele provoca a queda de cabelos e fios sem vida e brilho.
  • Ondas de calor: os famosos fogachos são gerados pelas ondas de calor, muito comuns em mulheres que entraram na menopausa.
  • Insônia: a insônia pode ser uma consequência das ondas de calor. É comum que durante esses momentos, a mulher apresente sudorese noturna, o que causa um incômodo durante a noite.
  • Doenças cardiovasculares: a queda no estrogênio também afeta os níveis de triglicerídeos. Muitas vezes, as taxas acabam subindo, o que aumenta as chances de um ataque cardíaco ou mesmo de um Acidente Vascular Cerebral (AVC).
  • Cansaço: mulheres com baixa de estrogênio apresentam um esgotamento constante.
  • Rugas e linhas de expressão: o estrogênio também ajuda a melhorar a textura da pele e interfere na distribuição de proteínas, como o colágeno. Por isso, a queda do hormônio facilita a formação de linhas de expressão e pode deixar a pele mais ressecada.
  • Aumento da massa gordurosa: com a deficiência do hormônio, a distribuição do tecido adiposo é alterada e ela passa a se concentrar em locais como abdômen, costas e braços.
  • Problemas articulares: com a queda do hormônio, existe uma redução do líquido lubrificante que existe nas articulações. Com isso, a mulher fica mais suscetível a desgaste ósseos, problemas nas articulações, dores e inflamações no local.


Por outro lado, quando o estrogênio está alto, pode levar a retenção de líquido, inchaço nas mamas, irregularidade menstrual, dores de cabeça, aumento de peso com acúmulo principalmente de gordura abdominal, extremidades frias, queda de cabelo, perda de memória, insônia, fadiga, além de aumentar a incidência de alguns tipos de câncer.

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